Árvores doentes, ocas ou mal cuidadas podem cair ou perder galhos, causando acidentes, danos a veículos, fiações elétricas e até colocando vidas em risco. Devido as crescentes alterações climáticas e as decorrentes chuvas torrências com ventos fortes e queda de raios os riscos se tornam constantes e eminentes.
Árvores saudáveis melhoram a qualidade do ar, capturam poluentes e ajudam a regular a temperatura da cidade (reduzindo o efeito “ilha de calor”). Geradas em grandes estacionamentos, estradas, rodovias pavimentadas. Árvores bem cuidadas também contribuem para a biodiversidade urbana, abrigando aves, insetos e outros animais. Gerando pequenos habitats e micro biomas que contribuem com a fauna e flora locais.
Manter as árvores em boas condições reduz custos com remoções emergenciais, reparos em infraestrutura danificada e serviços de saúde (já que áreas verdes também reduzem problemas respiratórios e de calor). Parques arbóreos com gramados e floridos colaboram para qualidade de vida, agregam valores em saúde mental e fisica em varios aspectos para todas as faixas etárias da população urbana.
Árvores vigorosas deixam os espaços urbanos mais agradáveis, valorizam imóveis e incentivam a permanência das pessoas em áreas públicas. Auxiliam na estética dos ambientes e na harmonização paisagística.
Uma árvore pode viver décadas ou séculos. Com podas corretas, monitoramento de pragas e cuidado com o solo, garante-se que esse patrimônio continue beneficiando a cidade por muito tempo. A exemplo das Oliveiras de Tavira ( Portugal ) com vida estimada em 2000 anos e continuam a produzir azeitonas.